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Medicina do Trabalho 11Saúde ocupacional · Goiânia (62) 3661-0052 Agendar

Avaliação cardiológica pré-operatória em Goiânia

Quando há uma operação marcada, é comum o cirurgião ou o anestesista solicitar uma avaliação do coração. O objetivo é estimar o risco do procedimento para você e orientar cuidados antes, durante e depois da operação.

Em resumo
  • A avaliação estima o risco cardiovascular da cirurgia e orienta a equipe que vai operar.
  • Os exames dependem do tipo de cirurgia, da sua idade e do seu histórico, e não de uma lista fixa.
  • Agende com antecedência: se for preciso algum exame adicional, sobra tempo sem adiar a operação.

Para que serve a avaliação

Toda cirurgia e toda anestesia exigem algum esforço do organismo. Para a maioria das pessoas, isso não traz problemas. Para quem tem doença do coração, pressão alta mal controlada, diabetes ou já teve infarto, o risco pode ser maior.

A avaliação pré-operatória identifica esse risco antes da data marcada. Com essas informações, a equipe cirúrgica e o anestesista planejam a operação com mais segurança, ajustando remédios, monitorização e cuidados no pós-operatório.

O cardiologista não autoriza nem proíbe a cirurgia. Ele informa o risco e faz recomendações. A decisão final é conjunta entre você, o cirurgião e o anestesista.

Quem costuma precisar

O pedido vem, em geral, do cirurgião ou do anestesista. É mais comum em situações como estas:

  • cirurgias de porte médio ou grande, como as abdominais, ortopédicas de quadril ou joelho e vasculares;
  • pacientes com doença cardíaca conhecida, arritmia, sopro ou uso de marca-passo;
  • pessoas com hipertensão, diabetes, doença renal ou que já tiveram AVC;
  • idosos, mesmo sem doença conhecida;
  • quem tem cansaço ou falta de ar aos esforços ainda não investigados.

Procedimentos pequenos em pessoas jovens e saudáveis muitas vezes dispensam essa avaliação. Quem decide é a equipe cirúrgica.

Como funciona

  1. Agendamento: informe pelo WhatsApp o tipo de cirurgia e a data prevista, se já tiver.
  2. Consulta: o cardiologista revisa a sua história, os remédios em uso e a sua capacidade de fazer esforços do dia a dia, como subir escadas.
  3. Exames: se necessário, são pedidos exames complementares. Realizamos ou organizamos o agendamento com a orientação necessária.
  4. Relatório: com tudo avaliado, o médico emite o parecer com a estimativa de risco e as recomendações para a equipe cirúrgica.

Exames que podem ser pedidos

Não há pacote padrão. Muitas vezes, consulta e eletrocardiograma bastam. Em outros casos, o médico pode solicitar um ecocardiograma, um teste de esforço ou exames de sangue, como hemograma, função dos rins e coagulação.

Pedir exames demais também tem custo: atrasa a cirurgia e pode trazer achados que não mudam a conduta. Por isso, a seleção é individual. Para entender as diferenças entre os métodos, veja a página de exames cardiológicos.

Remédios: o ponto mais delicado

Atenção: não suspenda nenhum remédio por conta própria antes da cirurgia, especialmente anticoagulantes, antiagregantes como o AAS, remédios para pressão e para diabetes. Alguns precisam ser pausados, outros não podem ser interrompidos. Quem orienta é a equipe médica, caso a caso.

Leve para a consulta a lista completa de tudo o que você toma, incluindo fitoterápicos, suplementos e colírios. Alguns produtos naturais também interferem na coagulação.

O que levar no dia

  • pedido ou encaminhamento do cirurgião, com o nome do procedimento;
  • exames do coração e de sangue já feitos, mesmo os mais antigos;
  • relatórios de internações ou cirurgias anteriores;
  • caixas ou receitas dos remédios em uso;
  • informações sobre reações a anestesias anteriores, suas ou de familiares.

Quanto tempo antes agendar

O ideal é agendar assim que a cirurgia for indicada, e não na semana da operação. Se surgir a necessidade de um exame adicional ou de ajuste de tratamento, há tempo para resolver sem remarcar a data.

Se a cirurgia também exigir avaliação psicológica, como acontece em alguns procedimentos, veja o laudo psicológico pré-operatório. Para acompanhamento do coração fora do contexto cirúrgico, a página certa é a consulta com cardiologista. Para outras dúvidas de saúde antes da operação, o clínico geral também pode ajudar. Atendemos pacientes de Goiânia e região com agendamento; as demais especialidades estão em consultas médicas.

Perguntas frequentes

Perguntas sobre avaliação pré-operatória

A avaliação pré-operatória libera a cirurgia?

O cardiologista não libera nem proíbe a operação. Ele estima o risco e faz recomendações. A decisão sobre fazer a cirurgia, e quando, é tomada em conjunto com o cirurgião e o anestesista.

Quanto tempo vale a avaliação?

Não há um prazo fixo para todos os casos. Se a cirurgia for adiada por muito tempo ou se a sua saúde mudar nesse intervalo, a equipe cirúrgica pode pedir uma nova avaliação.

Preciso fazer todos os exames que vi em uma lista na internet?

Não. Os exames são escolhidos pelo médico conforme o tipo de cirurgia, a sua idade e o seu histórico. Exames sem indicação podem atrasar a operação sem trazer benefício.

Posso fazer a avaliação por telemedicina?

Em geral, a avaliação pré-operatória é presencial, porque inclui exame físico e, muitas vezes, eletrocardiograma. Se houver alguma exceção, ela é definida pelo médico.

Vamos organizar isso para a sua empresa?

Conte o que você precisa pelo WhatsApp. Atendemos de segunda a sexta, 7h30 às 17h, com agendamento.

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